sábado, 28 de novembro de 2009


"Besteira minha acreditar que você seria meu um dia! Posso não ser tudo que você quer mas sou muito mais do que você merece!"

sexta-feira, 20 de novembro de 2009


"...Tenho vivido dias assim...
Dias nos quais, tudo o que eu sinto,
é essa saudade absurda de mim...."
***

Ah! O beijo que eu quero...


Não tem limite
Não é apenas boca
Não é apenas língua
Não morre à míngua.

É alma!
E é sem calma,
O beijo que eu quero.
Não existe em si.
Não é medido...
Sequer comedido.

É sim, um beijo urgente
Estremece as pernas da gente...
O beijo que eu quero.

Não tem tempo
Não é passa tempo.
Nem é contratempo.

É pura verdade!
A tão esperada liberdade,
O beijo que eu quero.
Não admite um não...

Nem comporta um talvez !
Não tem “nem” ou” senão”...
E é tudo o que mais espero...

O beijo que eu quero!
Faz com que o coração dispare
Faz com que nada se compare
Ao beijo que eu preciso que ampare
Minhas pernas quando trêmulas
Dobrarem-se ao toque da sua boca...
O beijo que eu quero..
É um beijo seu...

Dessa espera que não desiste...
Desse toque maior que insiste...
Em acarinhar minha boca
No beijo mais lindo que existe...
O beijo que eu quero!
*

Ensina-me....


Mostre-me quem ser, sem suas palavras...
Como enxergar, sem seu olhar encorajador.
Como entender minha vida, sem sua vida...
Ou como seguir em frente, sem seu amor.
Ensina-me....
Como ser menos você!
Como viver sem aquela harmonia,
Como adormecer todas as noites,
Sem esperar por você a cada dia.
Ensina-me...
A aprender o que mais preciso:
A independer da nossa dependência...
A não querer-te tanto!
A aceitar a sua ausência...
A sobreviver sem o seu acalanto.
A não agonizar em pranto...
Ao ter que aceitar essa incoerência...
De ter que viver apenas por mim.
Ensina-me, enfim....
A não fazer da sua alegria...
O motivo maior do meu sorriso.
Pois já fui céu e fui também estrela; fui prisão e liberdade. Fui
dor, fui saudade; chão, brisa morna e tempestade. Hoje sou
só uma moça de cabelos compridos e cacheados que se deixa
voar, como o vento que faz girar no chão as flores caídas,
feito delicados pedaços de papéis coloridos, cada um deles
enroladinhos contendo dentro do seu interior, uma história
inteira, de amor...Gosta de beijos nas mãos, leva uma
alma cheinha de esperanças, anda de tranças e acredita
no amor sem fim...
E não pretende mudar!

"..."


"....A vida é uma juíza poderosa! Permissiva nas mesmas proporções em que é devastadora, aceita que vivamos nossos amores, dissabores e escolhas desde que cedo ou tarde, paguemos o preço cobrado por ela. Alto, quase sempre. Portanto, é preciso que saibamos as medidas exatas das coisas e o custo benefício de cada ato, cada presente e cada entrega. É preciso ainda que possamos amar sem pretensão alguma, mesmo quando o egoísmo nos dita regras, constantemente. Que ao despirmos a nossa alma das máscaras e dos valores mundanos, possamos ser seres humanos simplesmente, exercitando livre e verdadeiramente, nossa capacidade de amar. É preciso que estejamos receptivos à todos os sinais, pra podermos assimilar o que pode doer ou fazer rir, exercitar o direito de ir e vir e administrar isso tudo, dentro das nossas possibilidades. E que nos lembremos diante de cada adversidade, da capacidade que cada um de nós tem prá superar, caminhar em frente e viver esse amor. Encontrar caminhos, enfim, dentro das nossas verdades. É preciso que saibamos seduzir, pra falarmos sobre coisas sérias sem nenhuma sensualidade. Que saibamos nos dar sem cobrar ou esperar algum prêmio, por isso. Que respeitemos o espaço do outro sem a pretensão de conhecer ou administrar a extensão do mesmo. Mas é preciso, mais do que qualquer coisa, que nos achemos merecedores da alegria e do amor que estão disponíveis, bem ali à nossa espera. Que consigamos encontrá-lo e, acima de tudo que possamos vivê-lo de maneira plena; sem culpa...
Porque ser feliz é um poderoso aprendizado...
E um eterno merecimento!"

Ninguém pode cobrá-la pela doçura perdida...




Pela expressão distante, quase embrutecida...

Nem pela tristeza dolorida resultante da história que antecedeu aquele desfecho tão esperado, que não aconteceu. Pelas lágrimas que não derrama mais, ou pelo sorriso que morreu em seu rosto, desde o instante em que soube que ele não era mais seu. E ainda assim, ele pensa que pode acusá-la pelo gelo em que se transformou? Não! Ele não pode! Ninguém pode...Ou será que ele não percebeu o quanto ela se deu em sentimentos? Como confiou, esperou e entregou-lhe tudo antes mesmo de entender que aquela fatia de felicidade sequer poderia ser sua? Que não lhe pertencia? Quem sabe se ele pedisse, ela tentasse ainda... Quem sabe, se ele quisesse, ela esperasse mais! Quem sabe ainda o carregasse inteiro e perfeito dentro do peito, afinal, ela era muito mais dele do que dela mesma. E disso também, ele sabia...Mas será que em algum momento, ele soube que ela passou para as suas mãos, naquele diálogo de almas, toda a esperança que ainda vivia dentro do seu coração e que havia sobrevivido à todas as tempestades? Será que ele olhou pra dentro daqueles olhos brilhantes e viu neles o sorriso pleno que ela carregava e, que se sorria, era por ele? Será que realmente se importava? Não...Ele nem olhou prá trás prá ver que aquele dia tão pesado que ela carrega como fardo ainda, a noite fria que não finda e o vazio que hoje ela é, formaram-se depois que ele cansou-se de amá-la. Depois que ele, despudoradamente, ignorou o que ela possuía de mais sagrado e entregou-lhe, sem titubear: a sua fé! Não, ninguém pode culpá-la! Não por isso, afinal, ela perdeu junto com esse amor, o jeito meigo e a crença na vida, que trazia. A pureza com que ria. Mas se ele não a amava, que diferença isso fazia? Quem sabe ela não tenha tido coragem suficiente prá gritar e contendo-se, esperou por ele? Quem sabe se ela tivesse descido do salto, lançado um berro, alto, cobrando o cuidado que ela jurava que merecia ou pedindo a clareza que a certeza dele nunca expressou. Se tivesse exigido que ele lhe olhasse nos olhos e que acreditasse apenas nos seus olhos, talvez agora ela ainda estivesse inteira....

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Vamos nos dar uma chance


Só basta compreender
Só basta aceitar
Que o que há entre eu e você
Foge ao nosso olhar
Porque você não entende?
O que existe entre a gente é diferente
Eu posso fazer você acreditar
No amor verdadeiro
Que poucas vezes Deus dá
Vamos nos dar uma chance
Deixa eu tentar
Prometo te fazer feliz
E meu amor por você provar
Ter você seria a melhor coisa na minha vida
E eu te juraria
Pra sempre vou te amar

Tudo continua interminável, meu amor



A vida foi a grande mãe
A conspirar a favor do nosso amor
Aos beijos e encontros de paixões
Programados nos abraços vigorosos
Sob a candidez da lua
Postada nas flores da rua.

Foram vibrações imensuráveis
Na embriaguez do amor em nossas almas
Adejando no carinho lauto
Dos abraços loucos e apaixonados
Sentados entre as flores na praça
Agarradinhos brincando com os pássaros...

O feitiço foi imediato em nossos corações
A eminência do amor se tornou mágico
Os raios da alegria viraram encantos
Aureolando nossa alma.
Nas noites de paixões

A vida corou os nossos sonhos
Os planos abençoados pelos anjos
A eloquência perfumou o coração
O desejo se transformou em cânticos
Pincelados de jactância.

No plenilúnio das noites
Os beijos lascivos
Molharam de amor
A nossa vida
Com seus raios de fogo.

Tudo continua interminável
Pela loucura e pela paz
Dividida por nossas almas
Brincando de viver e amar
Entre beijos e abraços.

O teu olhar



O teu olhar se perde
Em outro olhar, que não é meu.
Ando triste, sinto o vazio
Dos olhos que eram meus.
Não nego, que desprezei
O olhar a mim sincero?!
Achando que era sério
No entanto, eu errei.
Quantas vezes já te dei
Provas do meu amor
E você, insatisfeito
Sempre me magoou.
Talvez eu seja boba
Ficando a esperar
Acabar aquele encanto
Que enganava o teu olhar.
Brilha intensamente,
Ou apague, lentamente
Matando aquele amor
A ti fiel, eternamente.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

domingo, 15 de novembro de 2009

Estranho Amor



Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimentos ciúmes,
ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente.
Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar.
Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento que mais estamos chateados.
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida.
Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados.
Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos...
Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.
Pois amor que é AMOR, é tudo... é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

* Morte Suave *


A eutanásia continua gerando polêmicas em todo o mundo e mantém divididas as opiniões. Existem os que defendem a sua legalização, primando pelo que dizem ser o direito de morrer com dignidade.

Mas o que será morrer com dignidade? Será fugir ao sofrimento, abandonando prematuramente o corpo?

Será furtar-se à espera angustiante de uma morte que, conforme o diagnóstico médico, logo atingirá o ser?

A dignidade de morrer se situa na resignação, na conduta mediante a qual a criatura enfrenta a morte.

Para quem sabe que a dor somente atinge a quem necessita, que não se é dono do próprio corpo, pois que nos foi dado por Deus, por empréstimo, a fim de vivermos no planeta que nos acolhe, fica claro que não se tem o direito de programar a maneira mais agradável de morrer.

O dever é sempre de preservar o corpo para que ele cumpra a finalidade para a qual foi elaborado.

Os últimos instantes, na enfermidade, podem significar a glória ou a infelicidade no além-túmulo.

Cada um sofrerá apenas o de que necessite. Depois se libertará. O padecimento está na razão direta dos débitos assumidos nesta ou em outras vidas.

Numa época em que habitualmente se morre nos centros de terapia intensiva, ligados a aparelhos múltiplos, ou nas camas de hospitais, longe dos familiares, morrer com dignidade pode significar simplesmente estar com a família, permitir-se alguns desejos simples, despedir-se, partir em paz.

Recordamos de uma jovem estudante de enfermagem que, ao ter o diagnóstico de morte breve, por enfermidade grave que lhe comprometeu a saúde em poucas semanas, manifestou o desejo de retornar ao lar, deixando o hospital.

Desde que não havia nada mais a ser feito, ela teve a possibilidade de ser levada para casa.

Seus desejos se resumiam em assistir, com detalhes, o nascer do sol em plena madrugada. Vê-lo surgir radioso, plenificando de luz a manhã.

Depois, enquanto ainda a relva se encontrasse umedecida pelo orvalho, andar descalça a fim de sentir o frescor do dia na sola dos pés.

Finalmente, ansiava ver sua sobrinha lambuzar-se com um bombom de chocolate, ao deliciar-se com ele.

Nas horas que lhe sobraram, ela fez o inventário de seus pertences e os foi destinando a parentes, amigos, colegas.

Na calma da noite, ela se entregou ao sono e não mais despertou na carne.

Morreu serena, lembrando que o Mestre Jesus, na cruz, antevendo a morte, ergueu os olhos aos céus e orou: Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.

* * *

Os que, em plena saúde defendem a eutanásia, podem alterar a sua forma de encarar os fatos quando se apresentem enfermos física ou mentalmente. Isto porque, a cada instante, muda-se de emoção e de outra forma pode-se passar a se considerar os acontecimentos.

A aplicação da eutanásia se constitui em homicídio, pois que a vida é patrimônio de Deus.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 9, do livro Alegria de viver,
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Pensamento.

Lagrimas.


Sempre tive medo
De me perguntar
Se a vida era só
Uma lágrima

Uma lágrima que molha o papel
Ou somente uma nuvem que some no céu

Então a resposta veio
Sem eu perguntar
Em seus olhos eu vi um brilho
Eu parecia me chamar

E dizia com uma voz doce
Que tudo isso um dia vai passar

Mas então um dia
Esse brilho desapareceu
E junto com ele
Também se foi o brilho meu
E até hoje
Não consigo aceitar
Que a rosa mais bonita
Não quer me perfumar

Tudo porquê você achou
Que podia me amar
E na mesma noite
Me abandonar

Você sabe que o seu sorriso
Pode me hipnotizar
E fazer de mim o que bem pensar...